Divulgação: Lançamentos de Janeiro/2021 da Faro Editorial

 


Faro Editorial lança “A garota anônima” das autoras Greer Hendricks e Sarah Pekkanen. Conhecidas dos leitores brasileiros com o thriller “A mulher entre nós”, livro narra um suspense psicológico de tirar o fôlego. Jéssica Farris é uma mulher que beira a mediocridade. Sua vida não é o que ela sonhou, e ser apenas uma maquiadora artística não é bem o que ela quer para o futuro mudar. É quando surge uma oportunidade. Jéssica se inscreve numa espécie de estudo psicológico, com uma renomada psiquiatra, que promete manter o anonimato dos participantes e trazer excelentes recompensas. E o propósito parecia nobre: tratava-se de uma pesquisa que poderia mudar a vida de outras pessoas, e ainda ganharia dinheiro com isso. O que poderia dar errado? A Faro Editorial lança este mês o novo livro de Greer Handricks e Sarah Pekkanen, “A garota anônima”, que já teve seus direitos de publicação vendidos para mais de 20 países. As autoras são conhecidas do leitor brasileiro com o best-seller “A mulher entre nós”, publicado em 2018. Neste novo thriller, elas nos apresentam o encontro entre Jéssica Farris e a psiquiatra Dr. Lydia Shields. Tudo parecia ser perfeito: Jessica responderia a algumas perguntas, faria alguns testes de personalidade, ganharia receberia seu cheque e iria embora. Mas à medida em que as perguntas ficam mais invasivas, Jess começa a sentir como se soubessem o que ela está pensando... e, pior, o que está escondendo. E o que parecia um simples estudo sobre moralidade e ética começa a tomar rumos estranhos, quando Jessica percebe que Dra. Shield sabe exatamente o que ela está pensando e está manipulando suas ações. É quando ela começa a duvidar de tudo, inclusive de si mesma. Um thriller alucinante que trata de inúmeros assuntos escondidos na mente humana.

Sobre as autoras: Greer Hendricks mora em Manhattan com o marido e dois filhos. Antes de se tornar escritora, Greer foi vice-presidente e editora da Simon & Schuster. Seus textos já foram publicados no The New York Times e na revista Publishers Weekly.

Sarah Pekkanen vive com o marido e os três filhos em Maryland, nos Estados Unidos. Seus livros sempre ocupam as listas de mais vendidos. Já escreveu para vários jornais e revistas como People e Washington Post. 


Faro Editorial lança nova edição do clássico “Amor de Perdição”. Obra original de Camilo Castelo Branco vertida para vocabulário moderno do Português. Um dos grandes clássicos da literatura portuguesa, releitura de Romeu e Julieta foi inspirado nas dores do próprio autor. Uma história de amor, de perda e desilusão. Simão amava Teresa, mas esse sentimento não poderia jamais existir. Mariana amava Simão, mas seu coração seria morada vazia... a paixão os rondava, mas ali ninguém seria feliz para viver um grande romance. O amor proibido por todas as famílias. E os amantes estavam dispostos a pagar o preço. A Faro Editorial lança este mês “Amor de Perdição” do autor português Camilo Castelo Branco. Uma obra atemporal, que ganha uma edição integral, adaptada para o português moderno. Em mais de 160 anos de mudanças linguísticas em nosso português, a edição da Faro busca aproximar o leitor do clássico, sem modificar a característica narrativa do autor. Um livro que trará o romantismo de Castelo Branco para o leitor moderno de forma cativante, capaz de ser compreendido em cada linha. Considerada uma das principais obras do movimento ultrarromântico, marcado por idealizações do amor, paixões arrebatadoras e dores que afetam intensamente a alma, este romance atravessa décadas com a jovialidade de seus protagonistas: Simão, Teresa e Mariana. Simão, um jovem de 16 anos, comete um crime contra o pretendente de sua amada. É jogado na cadeia enquanto espera sua pena: prisão ou exílio nas Índias. Teresa é igualmente afetada, posta em clausura, e Mariana, a jovem humilde que alimenta secretamente uma paixão por Simão, vive todas as emoções de um amor platônico, devotado, com fios de esperança de um dia ser correspondida. “Lembro quando tu me dizias dos teus sonhos de felicidade! Que mal faria a Deus os nossos inocentes desejos?” 



Faro Editorial lança edição do clássico “A Revolução dos Bichos” de George Orwell. Obra sairá pelo selo Avis Rara e capa inspirada na alegoria real de Orwell. Uma fazenda se revolta contra seu dono. Animais cansados do que consideravam descaso do homem, resolvem tomar o poder a força e viver de acordo com suas regras, dividindo a comida, as tarefas e vivendo em harmonia com a terra. Bem... era o que pensavam no início, mas quando o poder muda de mãos, também mudam os comandantes da partida, e o que parecia ser a utopia de uma sociedade justa, se torna uma nova disputa de classes. A revolução dos bichos discute mitos que continuamente pairam em nossa sociedade, e foi escrito depois de um processo de desencanto de Orwell, quando esteve na linha de frente do projeto socialista. A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara o clássico, “A revolução dos bichos” de George Orwell. Publicado 75 anos atrás, a obra mantém em sua narrativa alegórica uma reflexão fundamental para os nossos tempos. Mas ao longo dos anos, os fatos que inspiraram o autor acabaram perdendo o protagonismo: a crítica contundente ao socialismo real que foi posto em prática por Stálin, e a figuras como Marx, Lenin e Trotsky. Gerações e gerações de leitores conhecem a fábula política de George Orwell que mostra a revolta dos animais da fazenda contra os humanos, uma retomada do poder pela força de trabalho dos bichos. Mas o que parecia ser a utopia perfeita, acaba se virando contra os revolucionários, que apenas transferiram o poder a um novo tirano. Os elevados ideais de liberdade, justiça e igualdade são traídos e um novo regime de opressão substitui a tirania anterior. “Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros” passa a ser o único mandamento e condensa em poucas palavras como a disputa pelo poder pode se esconder até mesmo nas causas mais nobres. Sátira política devastadora e fábula moral na tradição de Esopo, La Fontaine, Swift e Voltaire. “As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco”



“O ano que a Terra parou”, do jornalista Luciano Trigo chega às livrarias este mês. Obra analisa os acontecimentos que marcaram o ano de 2020, escondidos pelos debates enviesados e pelas discussões ideológicas. Quem poderia imaginar um ano em que tudo parou? A canção profética de Raul Seixas sempre pareceu a todos nós como uma fantasia divertida. Mas não foi. Uma pandemia se espalhou pelo planeta, matou mais de um milhão e meio de pessoas e impôs regras de confinamento social a populações inteiras, gerando recessão e desemprego em uma escala inimaginável. Mas isso não foi a única tragédia de 2020. Será esse o pior ano de todos os tempos? A Faro Editorial lança este mês pelo selo Avis Rara, “O ano que a Terra parou”, do jornalista Luciano Trigo. O autor analisou os principais fatos que marcaram o ano, e conecta a feitos e eventos de outras épocas que nos oferecem um cenário do que realmente aconteceu, e como isso nos afetará nos anos vindouros. Um ano que também ficará marcado pela escalada da insanidade provocada pela polarização política e pela consolidação de uma agenda que inclui a defesa da censura, a perseguição a adversários e, na prática, a ditadura de pequenos grupos de poder – tudo isso em nome da defesa da democracia. Neste livro, Luciano Trigo examina o que há por trás das diferentes manifestações desse fenômeno na vida cotidiana, sempre buscando apontar caminhos para a sua superação. E alerta para os riscos decorrentes da erosão dos valores compartilhados, sem os quais nenhuma sociedade consegue sobreviver. Uma leitura necessária para entender os tempos muito estranhos que estamos vivendo – e para manter o equilíbrio e a sanidade em meio à nova guerra de narrativas.


O que vem por aí... Faro Editorial

Livro de estreia de autora australiana foi arrematado em leilão pela Faro. Existe um fascínio estranho sobre a morte em si, mas um ainda maior sobre as histórias de garotas assassinadas. Seja pela trágica maneira em que são mortas, ou a forma como são encontradas; o caso é que esses crimes costumam a atrair a atenção não apenas da polícia, mas de curiosos, como narra a autora australiana Jacqueline Bublitz em seu romance de estreia “Before You Knew My Name”, o peso das lembranças, que será publicado pela Faro Editorial. O Livro que passeia entre o mistério e sobrenatural, vai contar a história de Alice Lee, uma garota destemida, que sempre enfrentou a vida de peito aberto, mas que encontrou a morte prematuramente em Nova York. Mas ninguém sabe disso, porque Alice foi encontrada, mas não reconhecida, ela é somente mais um corpo no necrotério da cidade. E a única pessoa que realmente quer entender o que aconteceu com Alice é Ruby Jones, a solitária mulher que encontrou o corpo durante uma corrida e ficou obcecada em saber quem era aquela garota. Presa num limbo entre a vida e a morte, Alice vai achar uma forma de se conectar a sua “salvadora” e dizer quem ela realmente era e o que aconteceu, mas quem é que vai acreditar numa mulher como Ruby? O livro tem sido destacado pela narrativa, muitas vezes lírica, revelando uma escritora de talento que, a partir de agora deve ser muito observada pela indústria editorial. O livro deverá ser publicado no Brasil no segundo semestre de 2021.

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